Neste glorioso dia(13/08), que homenageia os Economistas, nada mais justo que lembrar daqueles que nos primórdios dos tempos forneceram e elaboraram as primeiras idéias acerca daquela que é a ciência que une pessoas que tem em comum uma capacidade diferencial dos outros mortais: pensar, mas pensar de verdade.
Adiante uma breve descrição através dos tempos (citarei alguns), começando pelos Mercantilistas.
Mercantilistas: uma turma de loucos, prezavam pelo saldo da balança comercial positiva e para tanto impuseram uma trava às exportações de metais preciosos (na época considerada a única forma de se atribuir riqueza à um país), como as exportações de um são as importações de outro não podia dar outros resultados a não ser guerras.
François Quesnay: um médico da corte francesa líder dos fisiocratas, para estes senhores a riqueza de uma nação só poderia ser advinda da terra. Quesnay tentou ilustrar como a renda se distribui entre a sociedade através de um complexo sistema baseado no sistema circulatório humano, mas é algo tão fora do comum que alguns acreditam que nem o próprio Quesnay seria capaz de explica-lo.
Adam Smith: escreveu um livreto chamado Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações, a partir desse livro a economia ganhou status de ciência e passou a ser denominada Ciências Econômicas. Smith era um escocês de bom astral e via um mundo colorido à sua frente, para ele o liberalismo traria bons frutos para a sociedade, sendo coordenada por uma certa mão invisível, algo que se parece muito com as leis naturais que deveriam reger a economia defendida pelos fisiocratas.
David Ricardo: boa pinta, com talento para os negócios garantiu seu futuro próximo à meia idade, entretanto Ricardo não foi capaz de ser aprovado em nenhuma faculdade, muito revoltado por conta disso esforçou-se para se tornar um dos mais importantes economistas da Escola Clássica sem nunca ter sentado em uma cadeira de universidade. E conseguiu. Assustou a todos quando propôs que a economia caminharia para um estado de estagnação, mas não assustou tanto quanto o senhor...
Thomas Malthus: definitivamente era o Caco Antibes dos economistas, não gostava de pobres e ao contrário de Smith era um pessimista, não previa uma das melhores situações para a população mundial. Para este pastor anglicano não seria possível alimentar todas as bocas famintas do mundo, uma vez que a população nunca para de crescer e nem eram necessárias políticas de assistencialismo aos mais pobres (alô Lula), para quê saneamento básico?
Karl Marx: Marx não conseguia se manter empregado por dar com a língua nos dentes em todos os jornais em que era contratado. Tentou fazer Faculdade de Direito, mas quando lhe foi cobrado o estudo do sistema brasileiro desistiu sem entender nada. Tinha um amigo muito próximo, Engels, que o ajudava muito. Marx ficara muito tempo desempregado e via um grande crescimento industrial principalmente na Inglaterra, como o ócio lhe rendeu uma bela barriga de chopp alemão, ninguém quis contratar-lhe, e decidiu quebrar o pau no sistema capitalista escrevendo praticamente três bíblias, de tão grandes, mas são tão grandes que nem ele mesmo conseguiu terminar sua obra, seu amigo muito próximo era tão próximo, que depois depois da morte de Marx finalizou e lançou a última parte de O Capital.
Atualmente O Capital é como uma bíblia para um punhado de doidões.
J.M. Keynes: o criador da Macroeconomia. Sem a Macro, os políticos não teriam ferramentas de políticas fiscais, econômicas, como gastos do governo, licitações para obras públicas, investimentos do governo e etc.Keynes defendia esse tipo de intervenção do governo na economia, tudo isso para promover o bem-estar da população. Grande Keynes.
Esses são apenas alguns grandes economistas e algumas das suas belas contribuições para o mundo. Futuramente serão lembrados outros.
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