Ouvi em algum lugar e cabe um momento para pensar:
Se o dentista pega em dente, o paulista pega em que?
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
A Evolução da Moeda
Se algum dia você já parou para pensar sobre a moeda, como ela funciona e quem garante seu valor, o texto a seguir pode ajudar, tudo é uma questão de confiança
Como a Moeda Fiduciária Evoluiu
Não surpreende que alguma forma de moeda-mercadoria surja para facilitar o intercâmbio: as pessoas estão dispostas a aceitar uma moeda-mercadoria, como o ouro, porque essa tem um valor intrínseco.O desenvolvimento da moeda fiduciária, no entanto, é mais desconcertante. O que levaria as pessoas a prezarem uma coisa que é intrinsecamente inútil?
Para compreender como ocorre a evolução da moeda-mercadoria para a moeda fiduciária, imagine uma economia em que as pessoas carregam sacos por toda parte. Quando uma compre é efetuada, o comprador calcula a quantidade apropriada de ouro. Se o vendedor está convencido de que o peso e a pureza do ouro estão certos, a troca é efetuada.
O governo pode primeiro envolver-se no sistema monetário para ajudar as pessoas a reduzirem o custo de transação. Usar o ouro bruto como moeda é dispendioso, porque sempre se leva algum tempo para verificar a pureza do ouro e mensurar a quantidade certa. A fim de reduzir esses custos, o governo pode cunhar moedas de ouro, com pureza e peso conhecidos. As moedas são mais fáceis de usar do que lingotes de ouro, porque seu valor é amplamente reconhecido.
O passo seguinte é o governo aceitar ouro da população em troca de certificados de ouro: pedaços de papel que podem ser resgatados por determinada quantidade de ouro. Se as pessoas acreditam na promessa do governo de resgatar o papel, entregando ouro ao portador, as notas são tão valiosas quanto o próprio ouro. Além disso, como as notas são bem mais leves do que o ouro (e do que as moedas de ouro), são mais fáceis de usar em transações. Eventualmente, ninguém mais carrega ouro, e esses certificados do governo, com lastro no ouro, tornam-se o padrão monetário.
Por fim, o lastro em ouro torna-se irrelevante. Se ninguém jamais se dá ao trabalho de resgatar as notas, trocando-as por ouro, ninguém se importa se o lastro é abandonado. Enquanto todos continuarem a aceitar as moedas de papel nas trocas, elas terão valor e servirão como moeda. Assim, o sistema de moeda-mercadoria evolui para a forma moeda fiduciária. Observe que no final, o uso da moeda no intercâmbio é uma convenção social: todos aceitam a moeda fiduciária porque esperam que todos os outros também aceitem
FONTE: MANKIW, N. Gregory- MACROECONOMIA- 5ª edição, LTC 2004
Como a Moeda Fiduciária Evoluiu
Não surpreende que alguma forma de moeda-mercadoria surja para facilitar o intercâmbio: as pessoas estão dispostas a aceitar uma moeda-mercadoria, como o ouro, porque essa tem um valor intrínseco.O desenvolvimento da moeda fiduciária, no entanto, é mais desconcertante. O que levaria as pessoas a prezarem uma coisa que é intrinsecamente inútil?
Para compreender como ocorre a evolução da moeda-mercadoria para a moeda fiduciária, imagine uma economia em que as pessoas carregam sacos por toda parte. Quando uma compre é efetuada, o comprador calcula a quantidade apropriada de ouro. Se o vendedor está convencido de que o peso e a pureza do ouro estão certos, a troca é efetuada.
O governo pode primeiro envolver-se no sistema monetário para ajudar as pessoas a reduzirem o custo de transação. Usar o ouro bruto como moeda é dispendioso, porque sempre se leva algum tempo para verificar a pureza do ouro e mensurar a quantidade certa. A fim de reduzir esses custos, o governo pode cunhar moedas de ouro, com pureza e peso conhecidos. As moedas são mais fáceis de usar do que lingotes de ouro, porque seu valor é amplamente reconhecido.O passo seguinte é o governo aceitar ouro da população em troca de certificados de ouro: pedaços de papel que podem ser resgatados por determinada quantidade de ouro. Se as pessoas acreditam na promessa do governo de resgatar o papel, entregando ouro ao portador, as notas são tão valiosas quanto o próprio ouro. Além disso, como as notas são bem mais leves do que o ouro (e do que as moedas de ouro), são mais fáceis de usar em transações. Eventualmente, ninguém mais carrega ouro, e esses certificados do governo, com lastro no ouro, tornam-se o padrão monetário.
Por fim, o lastro em ouro torna-se irrelevante. Se ninguém jamais se dá ao trabalho de resgatar as notas, trocando-as por ouro, ninguém se importa se o lastro é abandonado. Enquanto todos continuarem a aceitar as moedas de papel nas trocas, elas terão valor e servirão como moeda. Assim, o sistema de moeda-mercadoria evolui para a forma moeda fiduciária. Observe que no final, o uso da moeda no intercâmbio é uma convenção social: todos aceitam a moeda fiduciária porque esperam que todos os outros também aceitem
FONTE: MANKIW, N. Gregory- MACROECONOMIA- 5ª edição, LTC 2004
sábado, 9 de outubro de 2010
Novo ENEM
Depois de encerrada minha singela pesquisa, o novo modelo do ENEM está aí e permanece com força, ainda que com fraudes e roubos de prova.
Assim continua a Loteria do Ensino Superior Brasileiro.
Para aqueles que vão fazer a prova boa sorte!
Assim continua a Loteria do Ensino Superior Brasileiro.
Para aqueles que vão fazer a prova boa sorte!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Os Economistas
Neste glorioso dia(13/08), que homenageia os Economistas, nada mais justo que lembrar daqueles que nos primórdios dos tempos forneceram e elaboraram as primeiras idéias acerca daquela que é a ciência que une pessoas que tem em comum uma capacidade diferencial dos outros mortais: pensar, mas pensar de verdade.
Adiante uma breve descrição através dos tempos (citarei alguns), começando pelos Mercantilistas.
Mercantilistas: uma turma de loucos, prezavam pelo saldo da balança comercial positiva e para tanto impuseram uma trava às exportações de metais preciosos (na época considerada a única forma de se atribuir riqueza à um país), como as exportações de um são as importações de outro não podia dar outros resultados a não ser guerras.
François Quesnay: um médico da corte francesa líder dos fisiocratas, para estes senhores a riqueza de uma nação só poderia ser advinda da terra. Quesnay tentou ilustrar como a renda se distribui entre a sociedade através de um complexo sistema baseado no sistema circulatório humano, mas é algo tão fora do comum que alguns acreditam que nem o próprio Quesnay seria capaz de explica-lo.
Adam Smith: escreveu um livreto chamado Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações, a partir desse livro a economia ganhou status de ciência e passou a ser denominada Ciências Econômicas. Smith era um escocês de bom astral e via um mundo colorido à sua frente, para ele o liberalismo traria bons frutos para a sociedade, sendo coordenada por uma certa mão invisível, algo que se parece muito com as leis naturais que deveriam reger a economia defendida pelos fisiocratas.
David Ricardo: boa pinta, com talento para os negócios garantiu seu futuro próximo à meia idade, entretanto Ricardo não foi capaz de ser aprovado em nenhuma faculdade, muito revoltado por conta disso esforçou-se para se tornar um dos mais importantes economistas da Escola Clássica sem nunca ter sentado em uma cadeira de universidade. E conseguiu. Assustou a todos quando propôs que a economia caminharia para um estado de estagnação, mas não assustou tanto quanto o senhor...
Thomas Malthus: definitivamente era o Caco Antibes dos economistas, não gostava de pobres e ao contrário de Smith era um pessimista, não previa uma das melhores situações para a população mundial. Para este pastor anglicano não seria possível alimentar todas as bocas famintas do mundo, uma vez que a população nunca para de crescer e nem eram necessárias políticas de assistencialismo aos mais pobres (alô Lula), para quê saneamento básico?
Karl Marx: Marx não conseguia se manter empregado por dar com a língua nos dentes em todos os jornais em que era contratado. Tentou fazer Faculdade de Direito, mas quando lhe foi cobrado o estudo do sistema brasileiro desistiu sem entender nada. Tinha um amigo muito próximo, Engels, que o ajudava muito. Marx ficara muito tempo desempregado e via um grande crescimento industrial principalmente na Inglaterra, como o ócio lhe rendeu uma bela barriga de chopp alemão, ninguém quis contratar-lhe, e decidiu quebrar o pau no sistema capitalista escrevendo praticamente três bíblias, de tão grandes, mas são tão grandes que nem ele mesmo conseguiu terminar sua obra, seu amigo muito próximo era tão próximo, que depois depois da morte de Marx finalizou e lançou a última parte de O Capital.
Atualmente O Capital é como uma bíblia para um punhado de doidões.
J.M. Keynes: o criador da Macroeconomia. Sem a Macro, os políticos não teriam ferramentas de políticas fiscais, econômicas, como gastos do governo, licitações para obras públicas, investimentos do governo e etc.Keynes defendia esse tipo de intervenção do governo na economia, tudo isso para promover o bem-estar da população. Grande Keynes.
Esses são apenas alguns grandes economistas e algumas das suas belas contribuições para o mundo. Futuramente serão lembrados outros.
Adiante uma breve descrição através dos tempos (citarei alguns), começando pelos Mercantilistas.
Mercantilistas: uma turma de loucos, prezavam pelo saldo da balança comercial positiva e para tanto impuseram uma trava às exportações de metais preciosos (na época considerada a única forma de se atribuir riqueza à um país), como as exportações de um são as importações de outro não podia dar outros resultados a não ser guerras.
François Quesnay: um médico da corte francesa líder dos fisiocratas, para estes senhores a riqueza de uma nação só poderia ser advinda da terra. Quesnay tentou ilustrar como a renda se distribui entre a sociedade através de um complexo sistema baseado no sistema circulatório humano, mas é algo tão fora do comum que alguns acreditam que nem o próprio Quesnay seria capaz de explica-lo.
Adam Smith: escreveu um livreto chamado Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações, a partir desse livro a economia ganhou status de ciência e passou a ser denominada Ciências Econômicas. Smith era um escocês de bom astral e via um mundo colorido à sua frente, para ele o liberalismo traria bons frutos para a sociedade, sendo coordenada por uma certa mão invisível, algo que se parece muito com as leis naturais que deveriam reger a economia defendida pelos fisiocratas.
David Ricardo: boa pinta, com talento para os negócios garantiu seu futuro próximo à meia idade, entretanto Ricardo não foi capaz de ser aprovado em nenhuma faculdade, muito revoltado por conta disso esforçou-se para se tornar um dos mais importantes economistas da Escola Clássica sem nunca ter sentado em uma cadeira de universidade. E conseguiu. Assustou a todos quando propôs que a economia caminharia para um estado de estagnação, mas não assustou tanto quanto o senhor...
Thomas Malthus: definitivamente era o Caco Antibes dos economistas, não gostava de pobres e ao contrário de Smith era um pessimista, não previa uma das melhores situações para a população mundial. Para este pastor anglicano não seria possível alimentar todas as bocas famintas do mundo, uma vez que a população nunca para de crescer e nem eram necessárias políticas de assistencialismo aos mais pobres (alô Lula), para quê saneamento básico?
Karl Marx: Marx não conseguia se manter empregado por dar com a língua nos dentes em todos os jornais em que era contratado. Tentou fazer Faculdade de Direito, mas quando lhe foi cobrado o estudo do sistema brasileiro desistiu sem entender nada. Tinha um amigo muito próximo, Engels, que o ajudava muito. Marx ficara muito tempo desempregado e via um grande crescimento industrial principalmente na Inglaterra, como o ócio lhe rendeu uma bela barriga de chopp alemão, ninguém quis contratar-lhe, e decidiu quebrar o pau no sistema capitalista escrevendo praticamente três bíblias, de tão grandes, mas são tão grandes que nem ele mesmo conseguiu terminar sua obra, seu amigo muito próximo era tão próximo, que depois depois da morte de Marx finalizou e lançou a última parte de O Capital.
Atualmente O Capital é como uma bíblia para um punhado de doidões.
J.M. Keynes: o criador da Macroeconomia. Sem a Macro, os políticos não teriam ferramentas de políticas fiscais, econômicas, como gastos do governo, licitações para obras públicas, investimentos do governo e etc.Keynes defendia esse tipo de intervenção do governo na economia, tudo isso para promover o bem-estar da população. Grande Keynes.
Esses são apenas alguns grandes economistas e algumas das suas belas contribuições para o mundo. Futuramente serão lembrados outros.
domingo, 4 de julho de 2010
As relações de tempo de namoro com a casa da namorada
Do primeiro dia até um mês:
Estranho na casa.
A partir do segundo mês:
Se acostumando à casa.
A partir do terceiro mês:
Frequente na casa.
A partir do sexto mês:
Acostumado à casa.
Um ano de namoro:
"Sinta-se em casa".
Um ano e meio de namoro:
Sente-se em casa.
Dois anos de namoro:
(Quase) mora na casa.
Dois anos e meio de namoro:
"Estou em casa."
Três anos de namoro:
(Parece) o dono da casa.
Quatro anos de namoro:
"SAIA DA MINHA CASA!!"
Baseado em experiências pessoais, até certo ponto!
Estranho na casa.
A partir do segundo mês:
Se acostumando à casa.
A partir do terceiro mês:
Frequente na casa.
A partir do sexto mês:
Acostumado à casa.
Um ano de namoro:
"Sinta-se em casa".
Um ano e meio de namoro:
Sente-se em casa.
Dois anos de namoro:
(Quase) mora na casa.
Dois anos e meio de namoro:
"Estou em casa."
Três anos de namoro:
(Parece) o dono da casa.
Quatro anos de namoro:
"SAIA DA MINHA CASA!!"
Baseado em experiências pessoais, até certo ponto!
sábado, 3 de julho de 2010
Algumas "verdades" sobre Felipe Melo
Não sou o criador disso, apenas fiz o título.
Por causa do Felipe Melo, os melhores momentos da copa vão ser editados pelo Tarantino
As namoradas de Felipe Melo têm medo de pedir carinho a ele. Ele pode entender carrinho
Milhares de pessoas no mundo deram entrada no hospital após assistir à atuação de Felipe Melo em transmissão 3D
O cantor Roberto Carlos e o apresentados Wagner Montes já entraram numa dividida com Felipe Melo...
Felipe Melo não é bom de matemática mas gosta de dividir sem deixar restos.
O cartão de visitas do Felipe Melo é o vermelho.
No jogo de xadrez: Cristiano Ronaldo é a Dama; Kaká é o Bispo; Julio Batista é a Torre; Felipe Melo, o Cavalo.
Uma vez Felipe Melo foi jogar JoKenPo com o presidente Lula. Ele tinha uma tesoura, e o Lula, 5 dedos.
O Michael Jackson morto faz muita falta. O Felipe Melo vivo faz mais ainda.
Após os treinos, alguns jogadores treinam cobranças de faltas, já Felipe Melo treina como cometê-las.
A lenda da mula sem cabeça começou depois de um pé alto de Felipe Melo.
Todas as seleções têm volante... nós temos para-choque.
Felipe Melo é o único jogador que você encontra no FIFA 2010, no Winning Eleven e no Mortal Kombat.
O saci tinha duas pernas até ser atingido por Felipe Mello
O Felipe Mello não é o Dunga JR, ele é o Dunga Junior Baiano
O Corcunda de Notre Dame era um modelo famoso até conhecer Felipe Mello
Felipe Mello não nasceu, foi expulso do útero
Aquiles uma vez dividiu uma bola com Felipe Mello, seu calcanhar nunca mais foi o mesmo
Chuck Norris encerrou sua carreira no cinema após um carrinho de Felipe Mello... Em Velozes e furiosos!!!"
Felipe Mello foi expulso da escolinha do Junior Baiano por agredir o Bruno do Flamengo.
Mais uma hoje, direto do @Kibeloco: Seguir o Felipe Melo no Twitter não tem nada demais. O problema é se ele começar a seguir você.
Parece que é verdade mesmo. :D
Fonte: Comunidade RHCP
Por causa do Felipe Melo, os melhores momentos da copa vão ser editados pelo Tarantino
As namoradas de Felipe Melo têm medo de pedir carinho a ele. Ele pode entender carrinho
Milhares de pessoas no mundo deram entrada no hospital após assistir à atuação de Felipe Melo em transmissão 3D
O cantor Roberto Carlos e o apresentados Wagner Montes já entraram numa dividida com Felipe Melo...
Felipe Melo não é bom de matemática mas gosta de dividir sem deixar restos.
O cartão de visitas do Felipe Melo é o vermelho.
No jogo de xadrez: Cristiano Ronaldo é a Dama; Kaká é o Bispo; Julio Batista é a Torre; Felipe Melo, o Cavalo.
Uma vez Felipe Melo foi jogar JoKenPo com o presidente Lula. Ele tinha uma tesoura, e o Lula, 5 dedos.
O Michael Jackson morto faz muita falta. O Felipe Melo vivo faz mais ainda.
Após os treinos, alguns jogadores treinam cobranças de faltas, já Felipe Melo treina como cometê-las.
A lenda da mula sem cabeça começou depois de um pé alto de Felipe Melo.
Todas as seleções têm volante... nós temos para-choque.
Felipe Melo é o único jogador que você encontra no FIFA 2010, no Winning Eleven e no Mortal Kombat.
O saci tinha duas pernas até ser atingido por Felipe Mello
O Felipe Mello não é o Dunga JR, ele é o Dunga Junior Baiano
O Corcunda de Notre Dame era um modelo famoso até conhecer Felipe Mello
Felipe Mello não nasceu, foi expulso do útero
Aquiles uma vez dividiu uma bola com Felipe Mello, seu calcanhar nunca mais foi o mesmo
Chuck Norris encerrou sua carreira no cinema após um carrinho de Felipe Mello... Em Velozes e furiosos!!!"
Felipe Mello foi expulso da escolinha do Junior Baiano por agredir o Bruno do Flamengo.
Mais uma hoje, direto do @Kibeloco: Seguir o Felipe Melo no Twitter não tem nada demais. O problema é se ele começar a seguir você.
Parece que é verdade mesmo. :D
Fonte: Comunidade RHCP
terça-feira, 23 de março de 2010
Lindo poema
Procurei um texto que proporcionasse um momento de reflexão às pessoas, principalmente em uma época em que crises, desastres naturais, corrupção e crimes assolam nosso mundo. Busquei nas mais profundas entranhas internetescas um poema, que tomei conhecimento ainda criança, este deve representar uma das mais belas criações do ser humano, enquanto que produtor de conhecimento intelectual de entretenimento. Sei que deve estar curioso para este deleite literário, então vamos ao mesmo.
Poema do Cume
No alto daquela serra
Semeei uma roseira,
O mato no Cume arde
A rosa no Cume cheira.
Quando cai a chuva grossa
a água no Cume desce.
O orvalho no Cume brilha,
o mato no Cume cresce.
Mas logo que a chuva cessa,
ao Cume volta alegria.
Pois volta a brilhar depressa
o sol que no Cume ardia.
E quando chega o Verão,
e tudo no Cume seca
o vento o Cume limpa,
e o Cume fica careca.
Ao subir a linda serra
vê-se o Cume aparecendo.
Mas começando a descer
o Cume se vai escondendo.
Quando cai a chuva fria
salpicos no Cume caiem.
Abelhas no Cume picam,
lagartos do Cume saiem.
À hora crepuscular
tudo no Cume escurece.
Pirilampos no Cume brilham,
e a lua no Cume aparece.
E quando vem o Inverno,
a neve no Cume cai.
O Cume fica tapado
e ao Cume ninguém vai.
Mas a tristeza se acaba
e de novo vem o Verão.
O gelo do Cume cai
e todos ao Cume vão.
(autor desconhecido)
Pausa para reflexão...
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...
Espero que tenha gostado.
sábado, 20 de março de 2010
Brincando com as cores
Leia somente as cores das palavras.
Azul Amarelo Vermelho Azul Verde Roxo Amarelo Preto Rosa
Preto Verde Amarelo Azul Rosa Roxo Vermelho Amarelo Azul
Rosa Vermelho Azul Verde Amarelo Roxo Preto Cinza Verde
Cinza Amarelo Verde Azul Roxo Preto Amarelo Vermelho
Verde Preto Amarelo Roxo Azul Vermelho Verde Cinza Azul
Vermelho Azul Amarelo Preto Verde Roxo Azul Rosa Preto
Azul Amarelo Vermelho Azul Verde Roxo Amarelo Preto Rosa
Preto Verde Amarelo Azul Rosa Roxo Vermelho Amarelo Azul
Rosa Vermelho Azul Verde Amarelo Roxo Preto Cinza Verde
Cinza Amarelo Verde Azul Roxo Preto Amarelo Vermelho
Verde Preto Amarelo Roxo Azul Vermelho Verde Cinza Azul
Vermelho Azul Amarelo Preto Verde Roxo Azul Rosa Preto
quinta-feira, 18 de março de 2010
Poema da Primeira vez
O céu estava claro.
a lua quase dourada.
Ali no campo eu e ela,
e não se via mais nada.
A pele suave,
ela de quatro,
as ancas expostas,
os quadris largos.
E eu tocando de leve,
o macio de suas costas.
Não sabendo começar,
olhei o corpo esguio.
E decidi por as mãos,
sobre seus peitos macios.
Eu sentia medo.
Meu coração forte batia.
Enquanto ela bem lentamente,
as firmes pernas abria.
Vitória! Eu consegui.
E tudo então melhorou.
Pelo menos desta vez,
o líquido branco jorrou.
Finalmente tudo acabou,
e quase saio de maca.
Foi assim a primeira vez,
que tirei leite da vaca.
a lua quase dourada.
Ali no campo eu e ela,
e não se via mais nada.
A pele suave,
ela de quatro,
as ancas expostas,
os quadris largos.
E eu tocando de leve,
o macio de suas costas.
Não sabendo começar,
olhei o corpo esguio.
E decidi por as mãos,
sobre seus peitos macios.
Eu sentia medo.
Meu coração forte batia.
Enquanto ela bem lentamente,
as firmes pernas abria.
Vitória! Eu consegui.
E tudo então melhorou.
Pelo menos desta vez,
o líquido branco jorrou.
Finalmente tudo acabou,
e quase saio de maca.
Foi assim a primeira vez,
que tirei leite da vaca.
segunda-feira, 15 de março de 2010
O verdadeiro revolucionário
Antes do escocês Adam Smith (1723-1790), autor da revolucionária Uma Investigação sobre a Natureza e a Causa da Riqueza das Nações, o comércio entre outros países era tratado apenas como a continuação da guerra por outros meios. Quando aumentava a tarifa de importação sobre os vinhos franceses, os dirigentes da Inglaterra do século XVI tinham a certeza aritmética de estar contribuindo para tornar a França mais pobre e portanto, militarmente mais frágil, já que teria menos recursos para armar seu exército. O aumento de tarifas e outras medidas proecionistas eram, portanto, obrigação, de todo governante. As transações comerciais entre os países eram consideradas o que hoje se chama de "jogo de soma zero"- ou seja, um só ganha quando o outro perde. Essa maneira de pensar e de agir, descrita por Smith como "mercantilismo", partia do pressuposto, então bastante lógico, de que os recursos são finitos. Inexistia a noção de criação de riqueza. O ouro, a prata e outros metais preciosos precisavam ser arrancados do inimigo pela guerra ou pelo comércio e entesourados.
Adam Smith rompeu com esse e outros grilhões mentais, abrindo um caminho teórico para que a riqueza pudesse ser multiplicada. Umas das maneiras sugeridas por ele para um país obter crescimento econômico acima das suas limitações naturais foi a expansão do comércio exterior, com a diminuição das tarifas e o abrandamento das políticas protecionistas. Sucessores de Smith mostrariam que o comércio podia ser benéfico para ambos os lados do balcão, mesmo que os números frios da balança de pagamentos mostrassem lucro apenas para o vendedor ou para o comprador. Descrito, especialmente por quem nunca o leu, como o profeta do mercado sem lei e sem ética, dirigido apenas por uma "mão invisível, Adam Smith, ao contrário, foi um régido pregador moral. Ele via no livre mercado e no livre- comércio não o vale-tudo, o triunfo do forte sobre o fraco, mas a chance de o mais eficiente, mais dedicado e mais capaz triunfar sobre os protegidos do poder. um verdadeiro revolucionário.
Comentário da foto: ADAM SMITH: liberdade para os mais eficientes triunfarem sobre os queridinhos do poder.
FONTE: Revista VEJA- edição 2156- ano 43- nº 11
17 de março de 2010
-----------------
Este texto sobre A. Smith está anexado à uma matéria intitulada "O livre- comércio vence", onde se aborda a disputa comercial entre Brasil e EUA, na OMC- Organização Mundial do Comércio, referente aos subsídios que os EUA pagam aos produtores de algodão. Com a decisão o Brasil ganhou o direito de retaliação às importações norte-americanas, "estima-se que o valor gira em torno de 829 milhões de dólares", diz a revista.
Caso os EUA, não recuem e cheguem a um acordo, os impostos deverão aumentar em até 100% no final de abril, sendo divulgada uma outra lista de produtos que incluem o setor de serviços e propriedade intelectual, bloqueio de remessas de dividendos de royalties, e ainda no dia 23 o Brasil decidirá sobre as quebras de patentes de remédios- assunto mais delicado.
"Não queremos uma guerra comercial. A retaliação é um remédio difícil, mas é a única opção que nos restou para defender os interesses do país", afirmou Carlos Cozendey, diretor do Departamento Econômico do Itamaraty.
Esta disputa entre Brasil e EUA iniciou-se em 2002.
O Brasil já esteve envolvido em 38 contendas na OMC, 24 como acusador e 14 como réu.
Lista de produtos retaliados
Adam Smith rompeu com esse e outros grilhões mentais, abrindo um caminho teórico para que a riqueza pudesse ser multiplicada. Umas das maneiras sugeridas por ele para um país obter crescimento econômico acima das suas limitações naturais foi a expansão do comércio exterior, com a diminuição das tarifas e o abrandamento das políticas protecionistas. Sucessores de Smith mostrariam que o comércio podia ser benéfico para ambos os lados do balcão, mesmo que os números frios da balança de pagamentos mostrassem lucro apenas para o vendedor ou para o comprador. Descrito, especialmente por quem nunca o leu, como o profeta do mercado sem lei e sem ética, dirigido apenas por uma "mão invisível, Adam Smith, ao contrário, foi um régido pregador moral. Ele via no livre mercado e no livre- comércio não o vale-tudo, o triunfo do forte sobre o fraco, mas a chance de o mais eficiente, mais dedicado e mais capaz triunfar sobre os protegidos do poder. um verdadeiro revolucionário.
Comentário da foto: ADAM SMITH: liberdade para os mais eficientes triunfarem sobre os queridinhos do poder.
FONTE: Revista VEJA- edição 2156- ano 43- nº 11
17 de março de 2010
-----------------
Este texto sobre A. Smith está anexado à uma matéria intitulada "O livre- comércio vence", onde se aborda a disputa comercial entre Brasil e EUA, na OMC- Organização Mundial do Comércio, referente aos subsídios que os EUA pagam aos produtores de algodão. Com a decisão o Brasil ganhou o direito de retaliação às importações norte-americanas, "estima-se que o valor gira em torno de 829 milhões de dólares", diz a revista.
Caso os EUA, não recuem e cheguem a um acordo, os impostos deverão aumentar em até 100% no final de abril, sendo divulgada uma outra lista de produtos que incluem o setor de serviços e propriedade intelectual, bloqueio de remessas de dividendos de royalties, e ainda no dia 23 o Brasil decidirá sobre as quebras de patentes de remédios- assunto mais delicado.
"Não queremos uma guerra comercial. A retaliação é um remédio difícil, mas é a única opção que nos restou para defender os interesses do país", afirmou Carlos Cozendey, diretor do Departamento Econômico do Itamaraty.
Esta disputa entre Brasil e EUA iniciou-se em 2002.
O Brasil já esteve envolvido em 38 contendas na OMC, 24 como acusador e 14 como réu.
Lista de produtos retaliados
Resposta
Respondendo ao post anterior.
Peço encarecidamente que não se zanguem, nem me trucidem ao me encontar na rua!
O motivo é que não existe: sÊs, dezessÊs, vinte e sÊs...
obs: se você nunca conversou pessoalmente com um gaúcho não entenderá!
Peço encarecidamente que não se zanguem, nem me trucidem ao me encontar na rua!
O motivo é que não existe: sÊs, dezessÊs, vinte e sÊs...
obs: se você nunca conversou pessoalmente com um gaúcho não entenderá!
segunda-feira, 8 de março de 2010
Reflexão sobre gaúchos e a matemática
Uma noite calma me inspirou pensamentos, eis um: Gaúchos contam até cinco e pulam para o sete, do 15 para o 17, do 25 para o 27, do 35 para o 37 e assim em diante.
Sabem o motivo?
*Um abraço aos meu queridos fãs e leitores assíduos, Laís Nunes, Mary Gonzaga, Augusto Bocato. Desculpas pela demora de uma nova publicação.
Um feliz dia da mulher à todas as mulheres!
BELI EU TE AMO! :D s2
OBS: " Os textos tem como cunho, a função de divertir ou no mínimo deixar a sensação de que foi empregado humor. Está fora qualquer ideologia ou instrumento de alienação pública".
Sabem o motivo?
*Um abraço aos meu queridos fãs e leitores assíduos, Laís Nunes, Mary Gonzaga, Augusto Bocato. Desculpas pela demora de uma nova publicação.
Um feliz dia da mulher à todas as mulheres!
BELI EU TE AMO! :D s2
OBS: " Os textos tem como cunho, a função de divertir ou no mínimo deixar a sensação de que foi empregado humor. Está fora qualquer ideologia ou instrumento de alienação pública".
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