segunda-feira, 12 de novembro de 2012

sexta-feira, 2 de março de 2012

O Estádio Fiel


O Estádio Fiel confira para entender o post.

Engraçado, o time construir um estádio desses com DINHEIRO PÚBLICO  por  não conseguir sozinho. Mas o MKT trabalha duro para lucrar com os torcedores vendendo artigos como esses tijolos.
Queria que eles fizessem como o VASCO fez para construir São Januário: campanha de arrecadação e doações. Os dirigentes e apaixonados pelo Vasco foram em busca de MATERIALl e DINHEIRO DOADO para a construção do Estádio Vasco Da Gama (apelidado de São Januário pelo fato de uma das ruas de acesso ter esse nome).
O Vasco buscou o tijolo para construir o estádio, enquanto que esse time aí está vendendo tijolos aos "fiéis" que ainda por cima poderão trabalhar na obra. Um fato um tanto curioso, pois além de comprar o material vão dispor sua mão de obra, em troca de "boas lembranças". É como se em uma obra os pedreiros comprassem os tijolos para o dono da construção e fossem trabalhar de graça, e no final diriam: "Eu ajudei a construir, que orgulho!"
Disso tudo devemos parabenizar o MKT Gambá, pois sabe explorar bem a paixão do torcedor com a finalidade de lucrar somente.

Sou VASCAÍNO mesmo! Vice de novo? Sim, e o seu time foi o quê? Sou muito mais o Vasco, pois um clube não é feito só de títulos, toda história também conta. E de boas histórias estamos repletos.
#SAUDAÇÕES CRUZ-MALTINAS!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Melhorias para a copa?



Foto do cruzamento da Av. Tancredo Neves com a Av. Carmindo de Campos (30 de janeiro de 2012, ainda está assim).

Cadê a faixa de pedestres que estava ali?
Parece bobagem reclamar por isso, mas não é! É um direito do pedestre e dever dos responsáveis sinalizar adequadamente as vias de tráfego.
Experimente atravessar este trecho, mesmo com semáforo, principalmente em horários de pico. Com a faixa muitos motoristas já não respeitam, imagine sem ela!
O estranho é que ali existia uma faixa, apagada, mas estava lá. E depois das obras de melhoria ela sumiu. Pelo menos o meio-fio ganhou uma corzinha nova. Parabéns à prefeitura de Cuiabá!

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Repasse Urgente!

   Certamente você já recebeu um e-mail desses, e por ingenuidade, ou não, acabou repassando para o maior número possível de pessoas da sua lista de contatos para ajudar quem estava precisando. Como nos casos em que aparecem bebês queimados, com doenças raras e outras enfermidades. Sempre apelam para o lado sentimental com mensagens dos pais, de médicos que não descobriram a cura, ou que o tratamento é muito caro. Envolvemos-nos tanto com o apelo que muitas vezes esquecemos-nos de confirmar a veracidade dos fatos.
E no intuito de ajudar as pessoas espalham essas mensagens que na verdade não passam de farsas, e atrapalham e muito!
Pra quem gosta de repassar aquelas correntes URGENTES  sem verificar a veracidade antes, sugiro acompanhar o site do E-Farsas. Muito do que se publica na internet e se repassa por e-mail, não passa de hoax, isto é, mensagens que têm como objetivo atingir o maior número de pessoas possível. Muitas das vezes parecem fundamentadas, mas se pesquisarmos um pouco podemos constatar que não passam de mensagens alarmistas e falsas. Muitas delas circulam pela internet há anos, isto porque em uma mensagem falsa não se costuma incluir a data do "acontecido" e quando recebemos parece ser atual.
O site E-Farsas reúne um bom acervo de mitos da internet desvendados. Conheci o trabalho no programa do Jô há alguns anos atrás. Seria bom que todos cultivassem o hábito de pesquisar os fatos antes de espalhá-los pela rede, dessa forma evitaríamos dor de cabeça para muita gente.
·         Algumas dicas ao receber essas correntes:
·         A mais simples de todas é fazer uma busca, no GOOGLE mesmo;
·         Hoax não incluem datas, isto faz com que a "notícia" sempre pareça atual;
Observar as fontes citadas: muitos e-mails citam doutores, pesquisadores, professores etc, e quase nunca há o nome desses profissionais, quando citarem nomes procure os nomes. Geralmente ligam essas pessoas a grandes instituições de ensino e referência em pesquisa para dar um ar de seriedade. Pesquisa do Dr. Tal, de Harvard, por exemplo.
Só com essas três pequenas dicas podemos eliminar uma boa parte do lixo eletrônico que recebemos diariamente.
Deem uma vasculhada no site do E-FARSAS, e descubra que algumas coisas que você repassou não são verdades

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

MT-251 Teve Problemas de Execução, diz Superintedente


O Governo de Mato Grosso prevê retomar em março as obras de duplicação da rodovia BR-251 (Cuiabá-Chapada dos Guimarães), nos trechos restantes entre os trevos da Guia e da estrada para Manso.

“Nós tomamos a decisão e vamos tocar o projeto. Faremos os 3,5 km que faltam até a Fundação Bradesco e mais os 900 metros do posto policial até o trevo do Manso”, diz Zenildo Castro Filho, superintendente de Obras da SETPU (Secretaria de Estado de Transporte e Pavimentação Urbana).

Cinco anos após a primeira licitação, cancelada sob a justificativa oficial de “falta de verbas”, a “primeira obra da Copa de 2014” segue sendo uma decepção, quando não uma ameaça à vida, para quem trafega por seus 17,5 km.

Além de buracos, rachaduras e falta de acostamento, o trecho abriga intervenções perigosas, como retornos estreitos e implantados com aparente improviso. 

No trecho ainda não duplicado, um conjunto de blocos de concreto no acesso ao Atacadão já casou acidentes e mortes.

Dos 17,5 km contratados na segunda licitação, apenas 13,1 km foram implantados e vários trechos estão em condição ruim, segundo o TCE.

O governo diz que a obra ainda não foi oficialmente entregue e promete concluir toda duplicação até o final deste ano.

Segundo Castro Filho, não será necessária uma nova licitação. “A partir de março, a mesma empresa contratada começará novamente a trabalhar. Se a gente não correr e começar, daqui a pouco não fazemos mais a obra.”

A empresa contratada é a Cavalca Engenharia. Em 2009, a empresa venceu uma concorrência de R$ 17 milhões para conduzir a obra. 

Para isso, o governo teve de rescindir um contrato que havia assinado um ano antes com a Geosolo Engenharia, em um projeto orçado em R$ 34 milhões.

A redução no custo foi possível devido a um enxugamento drástico nas especificações da obra: da redução na qualidade do pavimento ao corte total nos gastos previstos com acostamento, ciclovias, iluminação e paisagismo.

“O que fizeram foi um desrespeito com o povo de Mato Grosso”, avalia José Mura, proprietário da Geosolo. “Em vez de um motivo de orgulho, o que temos ali é uma grande vergonha.”

Mura chegou a buscar a Justiça para impedir a continuidade da obra e anular a rescisão do primeiro contrato. A demanda, segundo ele, acabou por perder o objeto. “Não havia mais como reverter.”

Segundo ele, o que houve na rodovia não foi um problema da empreiteira contratada. 

“A Cavalca é uma construtora muito boa. O que as pessoas não levam em conta é que uma empreiteira só faz aquilo que foi contratado. Se o governo mandou fazer uma porcaria, a empreiteira vai lá e faz. Foi isso o que aconteceu.”

EXECUÇÃO

O superintendente da SETPU, porém, defende o projeto e atribui os problemas que surgiram a “falhas de execução”. Segundo ele, a mudança no pavimento (que era o CBQU, mais resistente e durável, e passou a ser o TSD, com 1,5 cm de espessura) não justifica os defeitos que surgiram em alguns trechos.

“As pessoas se confundem: já que é casca de ovo, vai dar problema. Recalque, panela, quando asfalto está novo, é problema executivo. Na década de 1980, nós fizemos Cuiabá a Sinop com TSD, 500 quilômetros. Se fôssemos fazer em CBUQ, não chegaríamos até Nobres”, afirmou.

Segundo Castro Filho, a opção por duplicar apenas parte do trecho licitado se deu em razão da especulação imobiliária surgida após o anúncio da obra.

“Entre a fase de licitar a obra e o início efetivo, muitos empreendimentos começaram a surgir na região da noite para o dia. Havia uma demanda reprimida muito grande. Para evitar problemas, pensamos: vamos tocar neste trecho da Fundação Bradesco até o trevo de Manso, onde não vai ter nenhuma demanda de desapropriação.”

A conclusão da obra prevê alterações no trecho já duplicado. Segundo a SETPU, os contornos serão refeitos e será feito o acostamento. “Nós fizemos novos projetos para adequar estes trechos com mais problemas.” 

O Midianews procurou a Cavalca Engenharia, mas o proprietário da empresa, Arlindo Cavalca, disse que estava em viagem e não poderia dar entrevista.

FONTE: Jornal da Chapada <http://www.jornaldachapada.com/>