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sábado, 20 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Poema da Primeira vez
O céu estava claro.
a lua quase dourada.
Ali no campo eu e ela,
e não se via mais nada.
A pele suave,
ela de quatro,
as ancas expostas,
os quadris largos.
E eu tocando de leve,
o macio de suas costas.
Não sabendo começar,
olhei o corpo esguio.
E decidi por as mãos,
sobre seus peitos macios.
Eu sentia medo.
Meu coração forte batia.
Enquanto ela bem lentamente,
as firmes pernas abria.
Vitória! Eu consegui.
E tudo então melhorou.
Pelo menos desta vez,
o líquido branco jorrou.
Finalmente tudo acabou,
e quase saio de maca.
Foi assim a primeira vez,
que tirei leite da vaca.
a lua quase dourada.
Ali no campo eu e ela,
e não se via mais nada.
A pele suave,
ela de quatro,
as ancas expostas,
os quadris largos.
E eu tocando de leve,
o macio de suas costas.
Não sabendo começar,
olhei o corpo esguio.
E decidi por as mãos,
sobre seus peitos macios.
Eu sentia medo.
Meu coração forte batia.
Enquanto ela bem lentamente,
as firmes pernas abria.
Vitória! Eu consegui.
E tudo então melhorou.
Pelo menos desta vez,
o líquido branco jorrou.
Finalmente tudo acabou,
e quase saio de maca.
Foi assim a primeira vez,
que tirei leite da vaca.
segunda-feira, 15 de março de 2010
O verdadeiro revolucionário
Antes do escocês Adam Smith (1723-1790), autor da revolucionária Uma Investigação sobre a Natureza e a Causa da Riqueza das Nações, o comércio entre outros países era tratado apenas como a continuação da guerra por outros meios. Quando aumentava a tarifa de importação sobre os vinhos franceses, os dirigentes da Inglaterra do século XVI tinham a certeza aritmética de estar contribuindo para tornar a França mais pobre e portanto, militarmente mais frágil, já que teria menos recursos para armar seu exército. O aumento de tarifas e outras medidas proecionistas eram, portanto, obrigação, de todo governante. As transações comerciais entre os países eram consideradas o que hoje se chama de "jogo de soma zero"- ou seja, um só ganha quando o outro perde. Essa maneira de pensar e de agir, descrita por Smith como "mercantilismo", partia do pressuposto, então bastante lógico, de que os recursos são finitos. Inexistia a noção de criação de riqueza. O ouro, a prata e outros metais preciosos precisavam ser arrancados do inimigo pela guerra ou pelo comércio e entesourados.
Adam Smith rompeu com esse e outros grilhões mentais, abrindo um caminho teórico para que a riqueza pudesse ser multiplicada. Umas das maneiras sugeridas por ele para um país obter crescimento econômico acima das suas limitações naturais foi a expansão do comércio exterior, com a diminuição das tarifas e o abrandamento das políticas protecionistas. Sucessores de Smith mostrariam que o comércio podia ser benéfico para ambos os lados do balcão, mesmo que os números frios da balança de pagamentos mostrassem lucro apenas para o vendedor ou para o comprador. Descrito, especialmente por quem nunca o leu, como o profeta do mercado sem lei e sem ética, dirigido apenas por uma "mão invisível, Adam Smith, ao contrário, foi um régido pregador moral. Ele via no livre mercado e no livre- comércio não o vale-tudo, o triunfo do forte sobre o fraco, mas a chance de o mais eficiente, mais dedicado e mais capaz triunfar sobre os protegidos do poder. um verdadeiro revolucionário.
Comentário da foto: ADAM SMITH: liberdade para os mais eficientes triunfarem sobre os queridinhos do poder.
FONTE: Revista VEJA- edição 2156- ano 43- nº 11
17 de março de 2010
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Este texto sobre A. Smith está anexado à uma matéria intitulada "O livre- comércio vence", onde se aborda a disputa comercial entre Brasil e EUA, na OMC- Organização Mundial do Comércio, referente aos subsídios que os EUA pagam aos produtores de algodão. Com a decisão o Brasil ganhou o direito de retaliação às importações norte-americanas, "estima-se que o valor gira em torno de 829 milhões de dólares", diz a revista.
Caso os EUA, não recuem e cheguem a um acordo, os impostos deverão aumentar em até 100% no final de abril, sendo divulgada uma outra lista de produtos que incluem o setor de serviços e propriedade intelectual, bloqueio de remessas de dividendos de royalties, e ainda no dia 23 o Brasil decidirá sobre as quebras de patentes de remédios- assunto mais delicado.
"Não queremos uma guerra comercial. A retaliação é um remédio difícil, mas é a única opção que nos restou para defender os interesses do país", afirmou Carlos Cozendey, diretor do Departamento Econômico do Itamaraty.
Esta disputa entre Brasil e EUA iniciou-se em 2002.
O Brasil já esteve envolvido em 38 contendas na OMC, 24 como acusador e 14 como réu.
Lista de produtos retaliados
Adam Smith rompeu com esse e outros grilhões mentais, abrindo um caminho teórico para que a riqueza pudesse ser multiplicada. Umas das maneiras sugeridas por ele para um país obter crescimento econômico acima das suas limitações naturais foi a expansão do comércio exterior, com a diminuição das tarifas e o abrandamento das políticas protecionistas. Sucessores de Smith mostrariam que o comércio podia ser benéfico para ambos os lados do balcão, mesmo que os números frios da balança de pagamentos mostrassem lucro apenas para o vendedor ou para o comprador. Descrito, especialmente por quem nunca o leu, como o profeta do mercado sem lei e sem ética, dirigido apenas por uma "mão invisível, Adam Smith, ao contrário, foi um régido pregador moral. Ele via no livre mercado e no livre- comércio não o vale-tudo, o triunfo do forte sobre o fraco, mas a chance de o mais eficiente, mais dedicado e mais capaz triunfar sobre os protegidos do poder. um verdadeiro revolucionário.
Comentário da foto: ADAM SMITH: liberdade para os mais eficientes triunfarem sobre os queridinhos do poder.
FONTE: Revista VEJA- edição 2156- ano 43- nº 11
17 de março de 2010
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Este texto sobre A. Smith está anexado à uma matéria intitulada "O livre- comércio vence", onde se aborda a disputa comercial entre Brasil e EUA, na OMC- Organização Mundial do Comércio, referente aos subsídios que os EUA pagam aos produtores de algodão. Com a decisão o Brasil ganhou o direito de retaliação às importações norte-americanas, "estima-se que o valor gira em torno de 829 milhões de dólares", diz a revista.
Caso os EUA, não recuem e cheguem a um acordo, os impostos deverão aumentar em até 100% no final de abril, sendo divulgada uma outra lista de produtos que incluem o setor de serviços e propriedade intelectual, bloqueio de remessas de dividendos de royalties, e ainda no dia 23 o Brasil decidirá sobre as quebras de patentes de remédios- assunto mais delicado.
"Não queremos uma guerra comercial. A retaliação é um remédio difícil, mas é a única opção que nos restou para defender os interesses do país", afirmou Carlos Cozendey, diretor do Departamento Econômico do Itamaraty.
Esta disputa entre Brasil e EUA iniciou-se em 2002.
O Brasil já esteve envolvido em 38 contendas na OMC, 24 como acusador e 14 como réu.
Lista de produtos retaliados
Resposta
Respondendo ao post anterior.
Peço encarecidamente que não se zanguem, nem me trucidem ao me encontar na rua!
O motivo é que não existe: sÊs, dezessÊs, vinte e sÊs...
obs: se você nunca conversou pessoalmente com um gaúcho não entenderá!
Peço encarecidamente que não se zanguem, nem me trucidem ao me encontar na rua!
O motivo é que não existe: sÊs, dezessÊs, vinte e sÊs...
obs: se você nunca conversou pessoalmente com um gaúcho não entenderá!
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