O céu estava claro.
a lua quase dourada.
Ali no campo eu e ela,
e não se via mais nada.
A pele suave,
ela de quatro,
as ancas expostas,
os quadris largos.
E eu tocando de leve,
o macio de suas costas.
Não sabendo começar,
olhei o corpo esguio.
E decidi por as mãos,
sobre seus peitos macios.
Eu sentia medo.
Meu coração forte batia.
Enquanto ela bem lentamente,
as firmes pernas abria.
Vitória! Eu consegui.
E tudo então melhorou.
Pelo menos desta vez,
o líquido branco jorrou.
Finalmente tudo acabou,
e quase saio de maca.
Foi assim a primeira vez,
que tirei leite da vaca.
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